11/05/2016

Marketing e Recursos Humanos ‘made in Senac’

 Japao _e _Brasil

Com a experiência de um ano realizando o curso Técnico em Administração para brasileiros que residem no Japão, o Senac passa a ofertar duas novas formações de nível Médio em 2016 na modalidade a distância. São elas Marketing e Recursos Humanos. "Para o Senac, a ampliação significa o reconhecimento dos brasileiros que vivem no Japão da qualidade e da importância do trabalho que estamos desenvolvendo para a qualificação profissional deles. Além disso, consolida a parceira com a Escola Alegria de Saber e demonstra a importância da educação a distância para levar a qualquer parte do mundo qualificação profissional", comentou o diretor de Educação a Distância do Senac-RS, Sidinei Rossi.

A solicitação para continuar com o curso Técnico em Administração e abrir duas novas opções de cursos, partiu da Escola Alegria de Saber, no Japão, que atende brasileiros residentes no país. A demanda surgiu, pois muitos dos brasileiros residentes no país pretendiam voltar ao Brasil em algum momento da vida. “Eles nos procuraram para que fizéssemos esta qualificação para que quando retornarem ao país de origem, possam posicionar-se melhor no mercado de trabalho”, explica a coordenadora de EAD do Senac-RS, Emmanuelle Winck.

A matriz curricular é única, mas os brasileiros em solo nipônico têm uma disciplina de língua e cultura japonesa, o que enriquece ainda mais o aprendizado, já que adapta as dinâmicas a realidade local e também a brasileira. “Nesta modalidade temos também um diferencial que é a presença de um dos docentes durante 10 dias participando dos encontros presenciais para a realização de trabalhos”, destacou a coordenadora.

De acordo com o coordenador do curso de administração, Jean Bade, o material foi todo desenvolvido pensando na cultura local, de forma a se tornar mais atrativo. “Este público tem um envolvimento e comprometimento que chamam atenção. Eles utilizam o pouco tempo que tem para fazer as atividades em seus celulares e tablets no deslocamento entre suas casas e o trabalho”, apontou Bade.