02/07/2018

administração de empresasl

“De cada 100 micro e pequenas empresas (MPEs) abertas no Brasil, 73 permanecem em atividade após os primeiros dois anos de existência. Segundo o estudo Taxa de Sobrevivência das Empresas no Brasil, feito pelo Sebrae, publicado em 2017.

Silmara C. Gomes, coordenadora do Bacharelado em Administração, do Senac EAD, atribui a mortalidade das empresas à gestão do empreendimento. “Quando observamos a quantidade de empresas que quebram no Brasil nos primeiros anos, pode-se relacionar com a falta de conhecimentos técnico e emocional para o gerenciamento”.

A coordenadora afirma que, além das habilidades técnicas nas áreas específicas de administração, o bom profissional dessa área precisa ter senso crítico, capacidade de ouvir e ver seus colegas, superiores e subordinados. “É fundamental ter inteligência emocional”. Confira o perfil do administrador de empresas e seus desafios no mercado de trabalho, na visão da Silmara.

Qual o papel do bacharel em administração de empresas?

Ele é um profissional de formação múltipla, já que a administração busca fundamentos em diversas fontes e, exatamente por isso, o profissional que escolhe essa linha de formação tem papel importante na forma de enxergar, construir e expandir os negócios e organizações.

A formação completa que lhe possibilita a observação de variadas áreas de forma singular e dentro da multiplicidade do mundo dos negócios. Esse profissional pode optar por seguir a área de marketing, finanças, gestão de pessoas, administração da produção, ser um empreendedor ou pesquisador. O tempo e os alicerces bem construídos proporcionam a escolha do melhor caminho a seguir. 

Quais as oportunidades de trabalho que esse profissional encontra no mercado?

Inúmeras. O profissional pode trabalhar em bancos; organizações de pequeno, médio ou grande portes; área pública; terceiro setor; e empreender.

Qual o principal desafio dessa profissão na atualidade?

Para essa e para outras áreas é que estamos mudando o modo de trabalho e modos de produção. Hoje, se fala mais de trabalho com propósito, se fala mais em realização.

Os gestores terão que compreender essas mudanças e serem a ponte para a realização dos desejos e anseios dos colaboradores, proprietários e consumidores. Lembrando sempre que, nessa nova ótica, esses papéis podem se misturar.